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segunda-feira, setembro 13, 2010

PT ameaça processar pastor pres. da 1ª Ig. Batista de Curitiba

PT ameaça Pr. Paschoal Piragine Jr

Em dez dias, quase 400 mil pessoas já assistiram ao vídeo da mensagem do Pr. Paschoal Piragine Jr expondo os perigos de se votar no PT. Veja o vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI
Tudo o que ele faz é dizer o óbvio: O PT é um partido comprometido com o aborto e o homossesxualismo. Quem duvidar disso, olhe para Lula, que passou seus oito infames anos de governo lutando para impor o aborto e o homossexualismo no Brasil.
Revoltados e desesperados com o direito de livre expressão do Pr. Piragine, líderes do PT no Paraná, segundo reportagem da Rádio CBN do Paraná, querem processar o pastor. A reportagem completa em áudio está aqui: http://www.cbncuritiba.com.br/arquivo/download/1995-PastorPT-Marcio.wma
Acho que os cristãos no Brasil estão acovardados. Em nosso nariz, Lula e seu bando no governo defendem descaradamente o aborto e o homossexualismo, e nenhum líder católico ou evangélico os ameaça de processo. Pelo direito democrático, todos temos direito de processá-los, pois tanto Lula quanto seu bando estão desrespeitando a maioria esmagadora da população brasileira, que não tem nenhuma obsessão de ver o aborto e a sodomia legalizados. Se há obsessão nesse sentido, é só entre os socialistas.
Convido a todos os que lerem esta mensagem a apoiarem o direito de livre expressão do Pr. Paschoal Piragine e a processarem Lula e seu bando pelo infame programa federal “Brasil Sem Homofobia” e outras iniciativas do governo que desrespeitam o povo brasileiro.
É hora de agir!
Distribua amplamente esta mensagem aos seus amigos.
Fonte: www.juliosevero.com



Assista o vídeo do pastor abaixo:





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Diante de tudo o que vem sendo falado pela internet, e pela discussão levantada mais em torno da pessoa do pastor em questão, do que de suas idéias, coloco aqui essa matéria com esse vídeo pra que você tire suas conclusões. Se é contra ou a favor, não há nenhum problema pessoal pra mim, sinta-se livre pra debater as idéias relacionadas.
Não necessariamente revela a idéia dominante do grupo de autores deste blog. 

quinta-feira, setembro 02, 2010

Quer ter sua mente renovada pra transformar o mundo ao seu redor?

Participe do 1º Seminário-Acampamento Meta Noia Morphose.
Entre nesse site e conheça mais sobre o evento, preletores, local, data, etc...
Participe!! Você não vai se arrepender ou seu dinheiro de volta..., hehehehehehehehe!!
Clique no link abaixo pra ir para o site:

sexta-feira, agosto 27, 2010

Por uma nova reforma...

artigo extraído do Portal Creio



TODOS QUEREM UMA NOVA REFORMA

Gustavo Bessa, do DT, defende volta à Palavra e Testemunho

Depois de Hernandes Dias Lopes e teólogos à Revista Época conclamarem uma reforma protestante, agora foi à vez do pastor Gustavo Bessa, marido de Ana Paula Valadão, através de um artigo, pedir revisão de postura da Igreja. O líder da Igreja Batista da Lagoinha em Minas Gerais, diz que no passado a Igreja institucional usava a Bíblia para enganar os fiéis. “Muitas instituições também usam a Bíblia para enganar os cristãos. Mudaram as épocas, os nomes das pessoas, as propostas, as regiões geográficas, mas a ganância, a vaidade, a ambição e as estratégias continuam sendo as mesmas”, criticou.

No artigo ele defende uma nova reforma nas instituições e diz que o problema que culminou foi a falta de leitura e meditação na Palavra de Deus. “Os cristãos se tornaram acomodados e preguiçosos”, rebateu.

LEI NA INTEGRA:

Precisamos de uma nova reforma

Nós estamos precisando de uma nova Reforma! Na época da primeira Reforma, a igreja estava vendendo terrenos nos Céus; nos dias de hoje, a igreja está vendendo terrenos na Terra. Naquele tempo, as pessoas ansiavam pelos tesouros dos Céus; hoje, as pessoas anseiam pelos tesouros da terra. No passado, a igreja institucional usava a Bíblia para enganar os fiéis; no presente, muitas instituições também usam a Bíblia para enganar os cristãos. Mudaram as épocas, os nomes das pessoas, as propostas, as regiões geográficas, mas a ganância, a vaidade, a ambição e as estratégias continuam sendo as mesmas.

Precisamos de uma nova Reforma não, primeiramente, nas instituições, mas, sobretudo em nossos próprios corações. A Bíblia precisa ser redescoberta, não nos púlpitos e nas plataformas, mas nos nossos quartos e momentos mais íntimos. Se naquela época, as pessoas eram enganadas porque tinham os olhos nos Céus, hoje, as pessoas são enganadas porque têm os olhos na Terra; se no passado, os cristãos eram iludidos porque não tinham a Bíblia em suas mãos, hoje, eles são iludidos mesmo tendo uma, duas, três ou mais Bíblias em casa. O problema não é a falta das Escrituras, mas, sim, a falta de leitura e meditação na Palavra de Deus. Os cristãos se tornaram acomodados e preguiçosos!

Nos dias de hoje, poucas são as pessoas que não se deixam levar pela preguiça intelectual; e muitos são os que preguiçosamente se assentam para ouvir a música ou a pregação de um outro. Muitos são os que só se alimentam daquilo que é regurgitado por outros; e poucos são os que, diante do Senhor, cavam as suas próprias cisternas a fim de beberem das águas mais límpidas. Muitos, sem o saber, já estão doentes, pois são muitos os que não mais têm fome e nem sede. Alimentam-se através de uma sonda, quando alguém lhes injeta algum tipo de alimento na alma.

Os sermões, as pregações e a adoração congregacional são fundamentais; mas eles jamais substituem o firme fundamento que é construído no trabalho solitário da leitura e meditação diária nas Escrituras, quando a pessoa pode se encontrar e relacionar-se intimamente com a Palavra que se fez carne, Jesus, o Pão do Céu, o desejado da nossa alma. A recomendação que Paulo deu a Timóteo é a mesma que ecoa pelas paredes dos séculos e reverbera nos nossos ouvidos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Timóteo 2.15 – RA).

Voltemos à Palavra e ao Testemunho!

Gustavo Bessa

sábado, agosto 21, 2010

Discernimento Igreja, discernimento...

Encontrei essa postagem antiga no blog Pulpito Cristão..., jornalista não-cristão do UOL defende a fé que o "pastor" deveria professar...
Lê aí:




.
Por Leonardo Gonçalves


Notícia publicada no site UOL: Pastor faz “Merchan” com o nome de Jesus. A notícia diz o seguinte:

“Se existe uma "vítima" da chamada Teologia da Prosperidade ela é a própria palavra escrita na Bíblia. Essa teoria (ou prática teológica) tem se disseminado de forma surpreendente, e é defendida por evangélicos que crêem --grosso modo-- que Deus tem algum tipo de dívida para com o ser humano, ou que tem uma espécie de acordo (com ares de obrigação) de dar-lhe riqueza e felicidade caso a pessoa realmente tenha fé e o queira. A contrapartida geralmente é o fiel desembolsar alguma riqueza própria (dinheiro) em troca da riqueza maior futura. O pastor evangélico Marco Feliciano, do Ministério Tempo de Avivamento, leva a teoria às últimas consequências em site e em programa na Rede TV. Enquanto garante que Deus atenderá a todos os pedidos de "fiéis", "perseverantes" ou "valentes", ele aproveita e vende cursos de teologia, DVDs, CDs de músicas e camisetas. Até aí, ok, nada demais. Mas ele também usa o nome de Jesus em merchandisings.Segundos após realizar uma oração inflamada (que inclui palavras de língua desconhecida), pastor Feliciano ressurge como garoto-propaganda no mesmo cenário para vender um consórcio de casa própria, o GMF Consórcios. "Você realiza, então, em nome de Jesus, o sonho da casa própria", diz o pastor.” (FELTRIN, Roberto, em Ooops - UOL notícias, 29/10/2008)

Gente, definitivamente eu não sei o que é pior: Se é ouvir o Marco Feliciano usando o nome de Jesus para vender consórcio ou se é ter que ver o Robson Feltrin, colunista da UOL – um incrédulo, defender a fé cristã!

Não é de hoje que o pastor Marco Feliciano causa polêmica no meio evangélico, mas a culpa é dele mesmo.

No início, o Marcos surgiu com um discurso inflamado em defesa dos “usos e costumes” da sua denominação, e algumas vezes até exagerava nesse zelo. Agora ele simplesmente discorda de tudo o que ele antes defendia; ficou moderninho, cabeludo e faz a sombrancelha. Até aqui, nada contra. Porém ele enveredou pelo caminho da teologia da prosperidade e a cada dia acrescenta uma nova heresia ao seu acervo:

“Se eu tenho crédito no céu...” Ele diz, esquecendo-se que tudo o que temos é fruto da graça.

“Coloca oito serafins aqui agooora!” Outra heresia. Nem Jesus nem os discípulos jamais invocaram a presença de anjos em oração.

Em uma pregação intitulada “Os sonhos de José”, Marco afirma que assim como Jacó, “Deus também tem, entre seus filhos, alguns que são mais queridos”. Que mentira! Deus não faz acepção de pessoas, e ama igualmente o crente como o incrédulo. Não há “queridinhos” aos olhos de Deus.
“Crente que não faz barulho tem defeito de fabricação”, ele diz, como se o volume do crente evidenciasse vida cristã.

Agora, voltando ao tema da GMF: tudo bem que o Marcão queira ganhar uma graninha extra como garoto propaganda, colocando a cara dele na website da empresa. Alias eu imagino o quanto deve ser difícil sobreviver com a mixaria que ele cobra para pregar... Pois bem, se ele quer vender consórcio, problema dele; mas colocar o nome de Jesus no meio já é extrapolar todos os limites.

“Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16-20)

Discernimento, igreja. Discernimento...




Assista o video do pastor propaganda


***
Notícia no site da UOL

segunda-feira, agosto 09, 2010

A igreja das multidões!!!




A igreja caricaturada de nossos tempos está mais forte do que nunca. Não falo aqui da igreja verdadeira, o Corpo de Cristo. Esta até me arrisco a dizer que está um pouco mais fraca com o passar do tempo, por causa da grande "explosão" da igreja-empresa, do clube de entretenimento que vemos hoje. É nessa tal "igreja do homem" que quero me ater nesse pequeno texto.

É notório como a igreja abandonou significativamente os designios de Deus, como a sensação de auto-sustentabilidade foi impregnada no nosso coração a tal ponto de guiarmos nossa vida em direção totalmente contrária a vontade de Deus.

Diretamente ouvimos em nossa comunidade, seja ela qual for, que precisamos urgentemente evangelizar, trazer pessoas para perto de Deus. Mas o que realmente queremos é trazer as pessoas para perto de nós, adicionar pessoas ao nosso convivio sujo, de descrenças e imoralidade.

E isso acontece porque?

Porque nossa vontade passa por cima dos outros. Porque nossa vontade de crescimento em números passa por cima de qualquer princípio bíblico. Nosso orgulho e pretensão de ser superior aos outros toma conta de nossos anseios diários. Porque pensamos que as pessoas não podem sobreviver sem nossa "grande instituição. Porque somos cegos para ver o verdadeiro Reino de Deus!!!

A igreja continua insistindo numa forma antibíblica de evangelismo, definindo prazo de mudança para as pessoas "aceitarem Jesus", exigindo uma conversão urgente e superficial baseada na adequação as regras de seus usos e costumes, esquecendo da radical e soberana transformação que só pode vir pelo Espirito Santo, de dentro pra fora e no livre tempo de Deus.

Enchemos nossos templos com pessoas que nunca se converteram, que nem sabem o real significado de ser cristão. Pessoas em que o profundo conhecimento de Deus passa longe de seus corações e mentes. "Crentes" que jamais pensaram sobre sua responsabilidade politica dentro das comunidades onde atuam . O que ensinamos para essas pessoas além de dar o seu dízimo, é que ela fique quieta, não pense, não reflita, não nos importune, apenas faça o que o "script" da igreja manda....e com isso vamos formando cristãos falsos, líderes sensacionalistas e "aproveitadores do reino".

Quando Jesus fala sobre o Reino, ele nos fala sobre arrependimento genuíno, que vem do fundo do nosso coração, que muda de direção. Arrependimento que renova nossa mentalidade. Uma transformação da nossa moral, de nossos costumes, da nossa maneira de enxergar o mundo, transformação da nossa cosmovisão biblica. Ele nos chama pra caminhar junto com Ele, aprendendo todos os dias.

O mais engraçado é que podemos realmente ver uma mudança de direção, mas ao contrário daquela que Jesus propõe na Bíblia. Estamos mudando de direção em relação ao plano original de Deus, caminhando numa metanóia distorcida, totalmente reversa aos princípios Dele.

A igreja caminha a passos largos para a morte e acho que isso não demorará muito tempo.

Que os remanescentes do Reino de Deus continuem sendo fortes, que o nosso coração se converta dos nossos pecados e maldades e que a igreja seja realmente quem ela precisa ser.

quarta-feira, agosto 04, 2010

Igrejas Missionárias Mudarão o Mundo


Nas comunidades cristãs em geral, é normal que as pessoas se sintam desconfortáveis quando se deparam com os “incômodos índices missionários” divulgados nas conferências. Na verdade, são milhões que ainda desconhecem Jesus como Senhor e Salvador do mundo. Aliás, vale a pena sempre lembrar que temos, de fato, cerca de 02 bilhões de pessoas, para sermos mais realistas e precisos. Também temos cerca de 02 mil idiomas sem a tradução das escrituras, entre as línguas orais, de sinais (para surdos), ágrafas (sem escrita), etc.
Um número considerável de nações têm um número de cristãos menor que os da comunidade onde você se reúne livremente aos Domingos. Em algumas realidades, os próprios pais matam seus filhos brutalmente se souberem que eles se tornaram cristãos.
O desafio dos povos não-alcançados ou pouco evangelizados ainda permanece aí, diante de nós. Algumas organizações se empenham em alcançá-los, outras em estudá-los, outras em enviar os poucos dispostos, outras a orar, contribuir, criticar métodos atuais, propor novos métodos, etc. Todavia, uma parte majoritária da Igreja, lamentavelmente, não se sente tão incomodada com a realidade missionária a ponto de romper o estado de perplexidade rumo ao posicionamento prático que a encarnação nos sugere.
Segundo a missão internacional Servindo a Pastores e Líderes (SEPAL), a igreja evangélica cresce em uma projeção tal, em termos numéricos, que temos a possibilidade de nos tornarmos a metade da população brasileira em 2050. Não temos um número exatamente preciso sobre quantos missionários a igreja enviou para o campo missionário nos últimos 10 ou 20 anos. Sabemos que há aproximadamente 30 milhões de cristãos no Brasil. Mas, a proporção de missionários enviados por esse grupo é de 01 missionário para cada 10 mil convertidos, em termos de missões transculturais.
Imagine se nós assumíssemos a grande comissão com uma postura efetiva, como igreja brasileira, e nos dispuséssemos a encarar com seriedade o mandamento de Jesus de pregar o Evangelho a todos os povos. Imagine se de cada 1.000 cristãos tivéssemos 01 missionário? O que poderia acontecer espiritualmente com o planeta Terra?Agora, pensemos em missões urbanas… No Brasil, temos grupos étnicos minoritários tão não-alcançados quanto a menor vila no interior da Eritréia em regiões afastadas, latino-americanas ou asiáticas.
As grandes cidades concentram ciganos, refugiados, surdos, miseráveis ou pessoas em situação de rua, grupos de cultura distinta como os skinheads, devotos de seitas diversas e, até mesmo cadeirantes sem acesso às igrejas por causa da falta de rampas ou crianças órfãs esquecidas em abrigos, dentre outros. Esse enorme desafio conta, em contextos evangelizados, com uma presença cristã significativa e milhares de missionários, muitos deles anônimos atuando nessa seara. Sabemos, certamente, ao olhar nas nossas grandes praças, que esse número de abnegados, além de insuficiente, pode e deve ser mais bem preparado para atuar efetivamente entre esses grupos.
O que se percebe hoje ser um grande desafio missionário, talvez não seja tanto a realidade que descrevemos dos povos urbanos ou tribais não-alcançados. Talvez, não seja necessariamente apenas a tradução da Escritura para cada idioma, a entrada segura de missionários em nações fechadas, ou ainda, o alcance do povo mais remoto e sem conhecimento de Jesus. Talvez, o maior desafio missionário é alcançar o exército indiferente que, no conforto da ‘graça’ se choca e lamenta todos os Domingos em nossas melhores igrejas, esquecendo do que ouviu algumas horas depois. O maior desafio missionário é começar um grupo de missões em uma igreja que só busca a benção por ela mesma. O maior desafio missionário é termos um jovem de 18 anos de idade, bem discipulado vocacionalmente para que, ou na Universidade, ou no Seminário Teológico, ou na Agência Missionária, doe seu melhor para a glória de Deus, fazendo diferença na sua geração e nas próximas, e viva para uma causa e um bem maior que ele mesmo. O Cristianismo legítimo nos leva a abraçar causas e responder questões que beneficiam outros, mesmo que em detrimento ou sacrifício de nós mesmos.
Por fim, o maior desafio missionário, é termos uma igreja que ora, informa, envia e sustenta responsavelmente em todos os sentidos seus melhores homens e mulheres para a tarefa da Grande Comissão. Foi isso que fez a Igreja multicultural de Antioquia, que impactou diversas regiões da Ásia e da Europa. Que colaborou para o alcance de nações como a Inglaterra, ainda nos primeiros séculos. Ela enviou Barnabé e Saulo, parte de sua liderança, para uma obra que o Espírito Santo direcionou.
Não pensaram somente em suas próprias necessidades. Não pensaram que perderiam grandes obreiros. Não pensaram nos custos financeiros. Não pensaram nem mesmo no custo emocional do afastamento, da saudade que seus amigos deixariam. Eles, conforme o testemunho das sagradas escrituras, “lhes impuseram as mãos e os despediram” (Atos 13: 1-3). A igreja de Antioquia foi direta e historicamente responsável pelo alcance de nações como os Estados Unidos da América e, mais adiante, o próprio Brasil.
Uma igreja missionária pode alcançar pessoas e nações inteiras. E você e sua comunidade também. Uma igreja saudável foi feita para acolher, mas também, para saber enviar e despedir. Igreja é movimento e não um monumento. Ainda nos alarmaremos em nossas poltronas com os “incômodos índices missionários” ou seremos capazes de nos levantarmos e tomar uma atitude concreta?
Igrejas missionárias mudarão o mundo. Sua comunidade pode transcender o ordinário para participar da evangelização do mundo. Basta romper com os medos e com o egoísmo. Participe de alguma forma do que Deus está fazendo entre as nações. Celebre com Ele a beleza dos povos e anunciai entre as nações, a Sua glória, e, entre todos os povos, as Suas maravilhas! (cf. Sl. 96:3).
O maior desafio missionário é o meu e o seu coração!
Maranatha…

by Daniela Xavier em 28 de dezembro de 2009 - nos artigos do site da Jocum Brasil

sexta-feira, julho 23, 2010

O lugar de segurança


O lugar de segurança. Que lugar é esse? Que lugar tem sido esse pra mim hoje?
As mudanças se fazem necessárias quando minhas respostas ou estão confusas, incertas ou são qualquer coisa diferente de em mim mesmo: minha estabilidade financeira, meu emprego, minha família, minha casa, meus amigos, meus vizinhos, minha base missionária, minha instituição-igreja, meu grupo de louvor, meu ministério, e por aí vai.
Estou encontrando, cada dia um pouquinho mais, meu lugar seguro. Pra isso muitos muros estão ruindo. Muros bonitos, bem construídos. Que me protegiam muito bem..., mas protegia tanto que acabava deixando Deus do outro lado também; me protegia até do meu Paizão!
Nesse encontro, dia a dia Deus vem tirando algo de mim. Engraçado porque o normal seria Ele ir agregando mais e mais coisas em mim, segundo o “dito-gospel-popular”. Tenho visto que o que tenho mesmo é que perder com Deus e de Deus pra que a Verdade sempre vença e até eu mesmo seja beneficiado. Um dia perco meus planos. No outro minha visão. Em mais um meus sonhos. Minha segurança e independência financeira. Minhas idéias. E poderia escrever um livro com aquilo que Ele tem tirado de mim. Ainda esses dias li uma frase que dizia que o centro da vontade de Deus, ao contrário do que muitos pensam, é o lugar mais perigoso do mundo. Começo a entender na prática o que é isso!
Tudo pra que possa estar seguro!! Parece estranho, não?
Quanto mais nu estou na presença de Deus (e Emanuel está presente em todos os lugares!) mais seguro estou. Isso porque segurança é uma palavra que deveria ser exclusiva dEle. Talvez nosso vocabulário humano tenha limitado demais o significado dessa palavra. Talvez não exista palavra pra traduzir exatamente o que é estar seguro em Deus. O que quero dizer é que segurança não pode entrar nem na mesma categoria daquilo que escrevi acima: emprego, finanças, amigos, igreja, ministério, casa, etc... Vai muito além disso! E talvez você só consiga entender quando perder tudo isso. Eu, por minha imensa estupidez, estou passando por esse processo pra entender isso.
Tudo aquilo que tem me segurado até hoje, do qual ralei muito pra conquistar e entender, tem tido um pedido todo especial, cheio de amor e carinho, do Paizão: deixa!? E, com muita dor e dificuldade eu tenho respondido que sim. Lágrimas não chegam..., nada fácil, se é que você pensa assim.
A idéia de Deus sobre segurança e benção, vitória, também é diferente da nossa, com certeza..., também tenho aprendido isso. Nossa cosmovisão não está tão alta que possa englobar o pensamento total de Deus. Ele não cabe em sua totalidade aqui. Afinal, por completo, quem conheceu os caminhos do Senhor? Ou sua mente?
E aí, não me venham falar: “Se Deus é bom, porque você sofre tanto?”, “ Porque você diz que tem que perder pra estar com Ele se Ele é dono e doador de todas as coisas?”, “O Amor, aquEle que se relaciona conosco como amigos não pode ser assim tão exigente, pode?”, “Deus nos fez pra sermos fortes, porque você está falando de perder? Como será seu testemunho diante das pessoas com essa teologia?”.
Essas são perguntas de quem busca entender Deus segundo sua cultura, sua vivência e sua própria cosmovisão, adequando Ele àquilo que NÓS conhecemos e entendemos. Ele, infelizmente pra muitos, não pode ser conhecido dessa maneira.
Nossa cosmovisão, nossa cultura, nossa vivência é que tem que se adequar à Ele, se submetendo àquilo que Ele revela de Si mesmo e de Sua vontade. E é aí que entra nossa dor!!
Porque exige muito de nós abrir nossa vida pra esse nível de relacionamento com Ele. Largar nosso entendimento de lado dói. Adequar nossa vida segundo um padrão absoluto e maior que nós, dói. E só dói porque estamos impregnados de nós mesmos. Estamos impregnados de nossa própria segurança, de nosso próprio conhecimento. Já tentou tirar super bonder de seus dedos quando você deixa cair e secar neles? Já vi casos de gente que teve que passar por cirurgia pra descolar dedos..., e isso dói! Talvez NOSSA segurança seja como cola super bonder derramada em nosso corpo todo..., não sai por nada. A não ser uma cirurgia realizada pelo Médico dos Médicos..., e dói! Mas quando estivermos desnudados do nosso super bonder, não há pra onde correr, precisamos de um padrão absoluto, maior que nós, imutável. Precisamos da verdadeira segurança. E ela não está em nós!!
Esse é o processo que eu queria convidar cada um que conheço a passar. Talvez pra não passar por ele sozinho..., porque dói!
Mas, vou te dizer, estou caminhando na fé que tenho nEle, naquilo que sempre falo, prego, canto e ouço outros fazendo-o também: que Ele é meu bem maior, Ele é minha segurança!
Essa é a minha esperança, e está bem segura..., nEle!

terça-feira, julho 06, 2010

Espiritualismo X Espiritualidade - Enganadores e enganados

É impressionante como confundimos espiritualismo com espiritualidade.
O espiritualismo é puro emocionalismo, é gerado de maneira forçosa, manipulado por palavras, choros e músicas calmas..., o final é que não produz efetivamente nada. O centro de todo espiritualismo é o próprio homem, realizar a vontade que se tem desejo.
Já espiritualidade tem a ver com uma transformação real que ocorre a partir de si em direção aos outros. Não é manipulado, mas transmitido pelo relacionamento saudável com Deus. O final da espiritualidade é realizar, por pura obediência, aquilo que se tem do relacionamento com o Pai, tendo sempre Jesus Cristo como centro.
Muitos dos líderes das igrejas-instituições pelo mundo afora se aproveitam disso, levando ao nojento ato de extorquir pessoas com o espiritualismo. Não há nada de espiritualidade nisso, creio que nem mesmo de espiritual...
Continua sendo uma via de duas mãos, porque existem os loucos que também são espiritualistas, tem em si mesmo o centro do mundo, e vão em busca desses falsos-profetas-espiritualistas-enganadores para satisfazer suas necessidades.
Na real, acho pouco o que acontece com esse povo. Sei sim que tenho que orar por eles e pensar com graça e misericórdia, mas meu lado humano me leva a achar muito pouco mesmo. Querem satisfazer a si próprios, seus próprios umbigos, e acabam sendo enganados por esses indivíduos. Tanto um quanto outro deveriam ser presos!!! Um manipula pessoas e todo um sistema religioso em busca de extorquir pra receber fama e dinheiro. O outro manipula pessoas e todo um sistema religioso em busca da satisfação seus próprios desejos e prazeres, achando que podem até manipular Deus com seu espiritualismo.
São todos farinha do mesmo saco!!
Posso, eu mesmo, estar numa igreja-instituição e ouvir essas baboseiras sentimentalistas cheias de promessas de bençãos e vitórias pra minha vida particular e ainda assim não cair nessa, rejeitando todas essas fábulas. Como??? Lendo, meditando e estudando a bíblia..., algo tão antiquado e trabalhoso que é esquecido nesses tempos espiritualistas.
Posso também, como liderança, ver pessoas espiritualistas, com a visão de Deus e de cristianismo embaçada de tanto pensarem em si próprias e em como manipular Deus pra satisfazerem seus egos, dispostas a tudo por isso (inclusive pagar altas quantias a título de dízimo, trízimo, ofertas de sacrifício, semente, etc...), e ainda assim não me aproveitar da "oportunidade" pregando o verdadeiro evangelho, exortando-os por esses erros. Como??? Lendo, meditando e estudando a bíblia..., algo tão antiquado e trabalhoso que é esquecido nesses tempos espiritualistas.
Não acredita..., vê só aí abaixo a matéria que encontrei no blog Internautas Cristãos (clique aqui pra ver a matéria no blog) e tire suas conclusões:




quarta-feira, junho 23, 2010

Pobreza é Maldição? - Parte 2

O evangelista Billy Graham diz que menos de 5% das pessoas que atenderam aos apelos para salvação em suas cruzadas ao longo das décadas permaneceram em Cristo. À luz da necessidade de customizar o evangelismo para pessoas de diferentes contexto sociais, como devemos encarar o evangelismo em massa?
Evangelismo em massa é parte do que devemos fazer. Existem benefícios que podemos extrair desse tipo de atividade, como o fato de muitas igrejas se unirem para esse tipo de ação. E a declaração pública da Palavra dá às pessoas um senso de identidade, a consciência de fazer parte de um povo. Mas para que haja a proclamação, primeiro é necessário haver a encarnação. Ou seja: é necessário primeiro estar entre as pessoas e estabelecer um relacionamento com elas, para que possam ver e escutar o Evangelho. As pessoas precisam ver e experimentar o amor de Deus de maneiras práticas, de modo que seja mais fácil para elas responder a esse amor. Não basta pregar; o ouvinte precisa ver o amor de Deus encarnado na vida daquele que prega. Também é fundamental ressaltar a importância da oração no evangelismo. São necessários de três a seis meses de oração antes de entrar em uma comunidade. Quando Deus age por meio da oração, então o Evangelho simplesmente se move com poder. A intercessão é um elemento crítico antes da proclamação. Existem muitas experiências na comunidade missionária internacional que comprovam isso.

A Missão Integral não seria uma utopia no âmbito do cristianismo como um todo?
Mas é bom ter utopias. Eu publiquei um livro sobre o espírito de Cristo nas cidades pós-modernas, em que procurei identificar como seria uma sociedade submetida ao Reino de Deus. Por outro lado, não creio que a Missão Integral seja uma utopia; prefiro vê-la como a busca pela totalidade do Evangelho que Jesus pregou. Gosto da Missão Integral, mas seu problema é que não acredito que ela vá longe o suficiente. E a dificuldade novamente é que ela vem dos teólogos de classe média. Repare que esse termo não tem significado para os pentecostais das classes baixas. Missão Integral? O que isso significa? Não faz sentido para eles. Tenho ensinado um outro termo, que é “avivamento transformador”. Para os pentecostais, você tem que começar de onde eles começam, que é do Espírito Santo, do avivamento. Mas qual é o objetivo do avivamento? O crescimento de igrejas? Não, o objetivo do avivamento é ver o Reino de Deus em cada núcleo da sociedade. Temos que começar com a transformação da sociedade, e as igrejas são um estágio intermediário para alcançar esse objetivo.

Houve alguém em especial que tenha marcado sua trajetória?
Todos nós temos nossos mentores entre os antigos. Eu li milhares de biografias, o que foi muito importante para mim. Mas poderia destacar o irmão Kagawa, do Japão, que nas décadas de 1930 e 40 viveu nas favelas por quinze anos e decidiu mudar as estruturas da sociedade. O que ele fez foi candidatar-se ao Parlamento, uma vez que vinha de uma família rica. Como político, ele transformou o Japão –  criou diversas cooperativas, lutou contra os comunistas e reconstruiu Tóquio sem favelas. Kagawa costumava pregar até para o imperador. Pregava e agia: dez dias por mês ele pregava, e nos outros vinte, dedicava-se a ações sociais. Um homem notável.

Do ponto de vista da profecia bíblica, existe como erradicar a pobreza?
Jesus disse que os pobres sempre estariam entre nós. Portanto, não creio que seja possível erradicar a pobreza. Mas acredito ser totalmente viável reduzi-la, baixá-la a níveis mínimos. Na Costa Rica e em países da Europa a pobreza foi diminuída a níveis irrelevantes com relação ao passado.

No atual governo brasileiro, políticas de distribuição de renda ganharam força. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito sob a bandeira do programa Fome Zero e faz do projeto Bolsa Fam´lia, de renda m´nima, sua principal bandeira social. É o caminho acertado?
Existem diferentes níveis de pobreza e cada um deles exige um tipo diferente de ação. Recitar a frase “não se deve dar o peixe, mas sim ensinar a pescar” não ajuda em nada, porque afirma que a única forma de se combater a pobreza é dar às pessoas meios de trabalhar. Mas essa é resposta errada para a viúva, para o órfão. Para esses, você simplesmente tem que dar o peixe. Se o governo está oferecendo assistência social a essas pessoas, especificamente, é uma boa ação. Já outro nível de pobreza exige como resposta a possibilidade de devolver ao povo o direito sobre a terra. Para aqueles que podem trabalhar, abrir o mercado de trabalho é o caminho correto. O que não podemos é pôr todos os pobres no mesmo saco, achando que a solução para os diferentes tipos de pobreza é uma só.

Se o senhor pudesse conversar com o presidente Lula a respeito da pobreza no Brasil, o que lhe diria?
Haveria duas áreas que eu abordaria. A primeira seria a crítica cristã ao capitalismo. Ao longo dos últimos 150 anos, tem havido uma crítica consistente a respeito do terceiro caminho, que não é o comunismo nem o capitalismo, e sim, um esforço cooperativo. O presidente Lula conhece esse assunto. Eu falaria a respeito desses temas sob uma perspectiva bíblica: as motivações gananciosas do capitalismo, a limitação de salários dos executivos, a diminuição da distância entre os ricos e os pobres. No Brasil, os bancos têm atacado as cooperativas, porque não desejam que esse tipo de economia se desenvolva. Isso precisa ser revertido. Um país é forte dependendo de seu esforço cooperativo. A segunda área seria do direito sobre a terra, especificamente sobre a confusa situação legal que existe no Brasil no que se refere às questões fundiárias. A burocracia é gigantesca e por isso os pobres não conseguem adquirir propriedades. E é preciso assegurar que toda a família tenha direito a possuir uma casa própria.

Em se tratando de missões urbanas, o que funciona e o que não funciona?
É preciso seguir o princípio da encarnação: estar entre as pessoas, sejam elas pobres, de classe média ou ricas. Também existe o consenso de que o Evangelho pressupõe transformação. A unidade e o estabelecimento de redes de contato são temas significativos em missões urbanas, pois quando pastores de diferentes linhas se unem e trabalham juntos, a sinergia entre a capacidade de cada um aumenta a velocidade e a profundidade daquilo que se pode alcançar. Nós, como cristãos, devemos trabalhar junto com homens de boa vontade.

A via política tem sido defendida pelos evangélicos como maneira de trazer o cristianismo para a sociedade. Contudo, apesar do aumento da representação evangélica nos parlamentos, não se nota diferença – ao contrário, pol´ticos crentes são mais conhecidos pelos deslizes éticos e pelos escândalos nos quais se envolvem. A participação de crentes na pol´tica é proveitosa?
Essa questão dos escândalos não é um fenômeno brasileiro. Isso vem ocorrendo em diversos países do mundo como consequên­cia do aumento no número de evangélicos nas instâncias de poder. Acredito que devemos, sim, usar a política como forma de mudar as estruturas da sociedade – mas não podemos entrar nela sem pensar, pois a falta de reflexão teológica e de um pensamento estratégico baseado em princípios bíblicos significa que acabaremos tendo muito entusiasmo, mas péssimos resultados. A política é terrível; nela, não se pode cometer erros. Então, compreender sua natureza e saber como operar na esfera política é muito diferente de lidar com igreja.

Mas os crentes devem ou não participar da política?
Você não pode simplesmente usar uma base religiosa como base de poder para a política. Fazer isso é abusar dos relacionamentos de liderança. Os católicos são muito firmes ao dizer que não se pode ser um sacerdote e participar da política. Isso é um princípio muito sábio. Na minha opinião, nenhum pastor evangélico deveria ser um político, pois essas duas esferas de atuação são incompatíveis. O problema é que não existe atualmente no Brasil um pensamento adequado sobre teologia e prática política. E até que exista, que os políticos sejam bem treinados e que haja recursos para dar suporte a esse pensamento, continuaremos presenciando escândalos.

Qual é a razão de sua vinda ao Brasil?
Estou no seu país para tentar conseguir cinco mil brasileiros dispostos a encarar um desafio. Tenho entrevistado pastores que trabalham em favelas de vinte e três cidades por todo o mundo, a que pergunto em que áreas eles necessitam de treinamento. A partir dessa percepção, criamos um programa para líderes de projetos entre os pobres. Estou em contato com seis seminários diferentes no Brasil para viabilizar a aplicação desse programa aqui. Precisamos levar estudo teológico para as favelas. Atualmente, cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo vivem em favelas. Os ministros do Evangelho que atuam nessas áreas precisam de mais formação teológica. Sem uma reflexão sobre as questões profundas com as quais eles se deparam lá, as igrejas continuarão a atuar de uma forma muito tradicional, isoladas da comunidade, incapazes de transformar o tecido social no qual estão inseridas. Só que não se pode fazer isso sem que os líderes estejam treinados. É preciso evangelizar, claro, mas sempre provocando transformação social.

terça-feira, junho 22, 2010

Pobreza é maldição? - Parte 1

Encontrei esta entrevista na revista Cristianismo Hoje e achei interessante postar aqui.
Pra quem já leu, diz aí se concorda, no que concorda ou não..., pra quem não leu, aproveite!!



A pobreza é uma maldição

A marca de um apóstolo é o sofrimento, é estar entre os pobres.
pobreza_entrevista
Com um jeito simples, fala mansa, sorriso tímido e olhar pacato, Viv Grigg facilmente passaria despercebido, não fosse pela notória aparência de estrangeiro. Mas por trás de seu temperamento tranquilo e comedido, este neozelandês de 58 anos faz um trabalho de gigante. Oriundo de uma família de posses, decidiu abrir mão dos confortos da vida abastada para viver em favelas miseráveis de países pobres e levar o Evangelho de Cristo aos mais necessitados. Munido de conhecimentos adquiridos em seu mestrado e doutorado em teologia, seguiu o que entende ser o exemplo de Jesus na encarnação: deixou sua realidade para viver o dia a dia dos carentes.
Grigg veio ao Brasil para compartilhar sua visão com os cristãos do país. Trata-se de uma filosofia de ação que ele batizou de “avivamento transformador”. Seu objetivo é treinar uma tropa de missionários urbanos locais para se unir a um exército internacional disposto a entrar nas favelas, mesclar-se à comunidade a compartilhar as boas novas de salvação com cores econômicas, sociais e políticas. Já há muita gente fazendo isso, por certo; mas Grigg enfatiza a necessidade de treinamento para que pastores e missionários urbanos possam de fato promover transformação social através do Evangelho. Ele coordena a Urban Leadership Foundation (www.urbanleaders.org, por enquanto apenas em inglês), entidade que é a base do projeto.
Mas esse batista de berço tem uma razão a mais para vir ao Brasil: ele é casado há vinte anos com a missionária brasileira Ieda, da Igreja Metodista Livre, com quem tem três filhos. Por isso, sua relação com o país é especial. “Quero encontrar cinco mil brasileiros que aceitem esse desafio”, anuncia. Autor de O grito pelos pobres e Servos entre os pobres (Ultimato), que está em sua segunda edição, Grigg tem uma visão bem própria acerca da teologia da prosperidade, riqueza e mutualidade. “Não é pecado ser rico, desde que se viva com simplicidade e se ajude os outros”, pontifica. No seu entender, e ao contrário do que boa parte da itelligentzia prega, programas governamentais que normalmente são acusados de assistencialismo podem ser boas iniciativas. Durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, Viv Grigg recebeu a reportagem de CRISTIANISMO HOJE para esta entrevista exclusiva nas dependências do Seminário Teológico Betel, que colaborou no agendamento do encontro.


CRISTIANISMO HOJE – A Igreja Evangélica brasileira é hoje muito influenciada pela teologia da prosperidade. O pobre realmente precisa de promessas materiais para seguir a Cristo?
VIV GRIGG – Sim, precisa. Mas isso não tem necessariamente a ver com a teologia da prosperidade. Quando a pessoa se converte, imediatamente ela ora e Deus começa a responder suas orações. A conversão a leva a integrar-se a uma comunidade de fé, que também é uma comunidade econômica, na medida em que todos ali se ajudam. Então, o indivíduo começa a abandonar determinados pecados – alcoolismo, dependência de drogas, violência doméstica… Quando essas coisas mudam, a situação econômica da família começa a se transformar, e essas são graças imediatas da conversão. Apesar das críticas que sofre, o pentecostalismo gerou um grande impacto: a vida das pessoas mudou, o senso de comunidade promoveu benefícios econômicos resultantes de uma ajuda mútua e seus participantes desenvolveram um senso de identidade. Isso é parte das bênçãos de Deus. O Senhor quer que nós tenhamos o suficiente para viver. Essa parte da doutrina é correta, bíblica e muito boa para os pobres. No entanto, isso não inclui mansões, carros de luxo e um estilo de vida esbanjador.


Então, o problema da teologia da prosperidade é a busca desenfreada pela riqueza?
Os ensinamentos mudam na medida em que as pessoas ascendem em seus padrões de vida. O problema da teologia da prosperidade é que ela não faz essa distinção; ela ensina que todos devem ter um padrão de vida nababesco, mas isso é anátema para Deus. Existe um padrão de vida que é justo – e que não é igual para todos. Mas é fácil perceber qual é o estilo de vida justo: é possível a um rico viver de forma simples e usar sua riqueza para ajudar os outros. Isso é o que eu ensino para a classe média e os ricos. Outro problema da teologia da prosperidade é que ela afirma que, se as pessoas derem, Deus vai abençoar. Não existe nada na Bíblia que diga que, se você der dinheiro, então Deus vai lhe abençoar. Existe uma manipulação para o ganho pessoal, que é o pecado de Ananias e Safira. E eles morreram, porque Deus amaldiçoou esse pecado.

Há alguma base bíblica para se dizer que o pobre é abençoado por Deus, como ensina a teologia da libertação, ou que o rico é abençoado, como prega a teologia da prosperidade? Pobreza ou riqueza significam necessariamente bênção ou abandono por parte de Deus?
Pobreza é sempre uma maldição, e o Senhor quer que nós tiremos as pessoas da pobreza. Mas a riqueza, por outro lado, afasta as pessoas de Deus e remove delas a percepção espiritual. Então, existe um grande perigo na riqueza, e o melhor é que nos afastemos dela. Deus quer nos abençoar com bênçãos materiais. Isso não é um problema. A pobreza é uma maldição, mas os pobres são abençoados. A riqueza é uma bênção, mas os ricos são amaldiçoados. Temos então que entender o que isso significa. Aqueles que têm riqueza material precisam organizar suas posses em favor dos necessitados e viver com simplicidade. Eu ensino uma frase: “Ganhe muito, consuma pouco, guarde nada, dê generosamente e celebre a vida”. Essa tem sido uma frase muito útil para a classe média, pois estimula as pessoas a viver num nível simples, razoável e suficiente.

Mas hoje em dia, muitas igrejas, ministérios e líderes religiosos também enriquecem, quase sempre às custas dos dízimos e ofertas dos fiéis…
Ao longo da história, vemos que poder e riqueza na Igreja corrompem. Os apóstolos de verdade foram homens que sofreram grandemente. Paulo, embora fosse rico, optou pela pobreza por amor ao Evangelho. O apóstolo Pedro, junto com João, disse ao deficiente que estava na porta do templo que não tinha ouro nem prata. A marca de um apóstolo é o sofrimento, é estar entre os pobres. Os dízimos não devem ser dados para financiar sacerdotes ou igrejas. Na Bíblia, os dízimos eram dados em primeiro lugar para cuidar dos pobres. O que era dado aos levitas era o dízimo do dízimo, ou seja, um centésimo do valor total. Ao longo dos séculos, o princípio do dízimo tem sido abusado com o objetivo de acumular riquezas para as igrejas, enquanto as pessoas dentro delas continuam pobres. Isso não é correto. Afirmo que o dízimo deve ser entregue às igrejas para o benefício dos pobres. Na Igreja primitiva, os ricos vendiam seus bens e os entregavam aos apóstolos, que distribuíam aos pobres. Ou seja, os líderes não retinham o dinheiro para si. Abusar desse princípio é uma violação das Escrituras.

O Evangelho pregado aos pobres deve ser diferente daquele pregado às pessoas mais abastadas?
O Evangelho de Cristo é, ao mesmo tempo, o Evangelho da misericórdia e do juízo. Para os pobres, você ouve Jesus dizendo “venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”. Mas você encontrará Jesus confrontando os fariseus e os ricos, ressaltando como é difícil para um rico entrar no Reino dos céus. Qual foi seu conselho ao jovem rico? Que abandonasse tudo o que tinha e o seguisse. Mas aquele homem, apegado à sua riqueza, recusou. Então, o Evangelho, para o rico, é uma mensagem de juízo – ainda mais em um país como o Brasil, onde o enriquecimento geralmente se dá por meio da opressão do pobre ou da corrupção. Existem exceções, claro. E aqueles que ficam ricos por meios justos são abençoados por Deus. Veja que homens como Abraão e Salomão foram ricos e abençoados.
Sendo assim, que diferença deve haver entre o evangelismo voltado a um grande empresário e a pregação ao pobre?

São contextos muito diferentes. É preciso olhar os contextos, os meios utilizados na comunicação, o estilo. A mensagem não é muito diferente, mas a maneira de comunicá-la, sim. Os pobres gostam da verdade absoluta, das coisas ditas com autoridade e simplicidade. Já com a comunidade empresarial é necessário haver uma identificação com seu estilo de vida. Então, para alcançar empresários, você pode fazer um encontro em um restaurante ou em um salão especificamente preparado para isso. Certa vez, fiz uma apresentação do livro de Provérbios voltada para lideranças. Uma das pessoas que compareceram era o líder de uma empresa de seguros que, ao final, comentou comigo que jamais tinha imaginado que a Bíblia tivesse tanto a ver com a vida real. Você precisa trabalhar com as pessoas no meio em que elas estão e relacionar a mensagem de Cristo aos assuntos que têm a ver com sua vida.

Essa conexão com a realidade também deve nortear o discipulado?
Jesus não pregou um Evangelho puramente espiritual. Ele pregou um Evangelho que era espiritual, mas também econômico, social e político. Quantas pessoas foram até Cristo por intermédio do Evangelho espiritual? Basta ler a Bíblia. Nicodemos foi até ele por meio de uma discussão política. Zaqueu o procurou por meio de uma discussão econômica. Um quarto dos ensinamentos de Jesus é sobre aspectos econômicos. O discipulado é um assunto crítico. Eu diria que existe hoje um discipulado espiritual razoável: as pessoas sabem ler a Bíblia, orar, adorar. Mas não existe virtualmente nenhum discipulado econômico. E as áreas de relacionamentos sociais, relacionamentos conjugais, do caráter do discípulo, são muito fracas. E certamente se faz muito pouco discipulado voltado para aspectos políticos, de ordem pública. O resultado disso é que as pessoas não seguem a Cristo em todos os aspectos de sua vida. São piedosas apenas na igreja, aos domingos.

Parte 2 amanhã de manhã!!

domingo, maio 23, 2010

Fidelidade



Deus em cada página, em cada verso, em cada letra da sua palavra nos mostra sua fidelidade. Histórias, momentos de tensão se transformando em alívio; momentos de guerra se transformando em momentos de paz.

Em Mateus, capitulo 7 -13, Jesus em sua imensa graça e paciência nos mostra em sua palavra, duas opções de escolha. Ele estava falando sobre as 2 estradas, os 2 caminhos. " Entrai pela porta estreita ( larga é a porta, e espaçoso, o caminho que leva a perdição, e sã muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado o caminho que nos conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela".

Esta palavra diz tudo sobre nós como igreja hoje. Parece simples esse versículo, parece até jargão de escola dominical, mas retrata um estilo de vida de muitos de nós. Quantos de nós preferimos a porta larga, aquilo que é mais espaçoso. Queremos o que é visivel, o que dá prazer, o que nos acomoda, o que nos leva pra mais perto de nós mesmos. Queremos o que é mais fácil. Vivemos num aconchegante lar evangélico, enganando até a pessoa do espelho a nossa frente. Queremos o que é mais folgado, conveniente, rápido. Preferimos um caminho onde tudo é descartável, luxuoso, orgulhoso, onde as coisas tomam o lugar das pessoas, onde a moral não existe, onde o amor não transforma, onde a palavra não vivifica.

Ao longo da história, Deus, o próprio Deus nos mostra sua fidelidade. Mas e a nossa fidelidade? Onde está a nossa fidelidade para com Deus?

Se você ler o capitulo 5 de Josué, você vai perceber um mandado de Deus. A palavra de Deus diz que naquele tempo...tempo em que o povo de Israel tinham provado o amor e a bondade de Deus. Constantes lutas, provações, tempos de promessas, vitórias sobre numerosos inimigos, de comer do maná, de ver o mar se abrindo, do Jordão de secando, de Deus conduzindo seu povo a terra prometida...foi nesse tempo, que Deus manda Josué circuncidar de novo os filhos de Israel antes da batalha em Jericó. Os que haviam saído do Egito tinham sido circuncidados, mas morreram pelo caminho durante a longa jornada e os que haviam nascido no meio do caminho ainda o haviam sido. Antes de entrar em Gilgal, que significa "terra de descanso", era necessário sacrificio novamente. Deus estava chamando o povo para rever suas alianças, reafirmar e repensar seus atos de fidelidade para com Ele.

Para que desfrutemos do descanso de Deus em sua essência, é preciso sacrifício. Podemos até desfrutar da plenitude do poder de Deus, mas para desfrutar do lugar de descanso do Pai é necessario sacrificio. Por isso Deus nos mostra a opção da porta estreita. O caminho que Deus nos propõe é difícil, é percebido por poucos olhos. Se não procurarmos atentamente, podemos até passar por perto, mas não vamos percebê-la. Assim como no deserto, as marcas da fidelidade de Deus podem ir sendo enterradas pela areia durante o caminho.

O caminho da vida é apertado, é marcado por lutas diárias, é um caminho que nos tira sangue, que marca nossa pele. Nós continuaremos usufruindo da fidelidade de Deus , porque Ele nunca irá nos abandonar, mas se queremos provar de um cristianismo verdadeiro, é preciso sangue, é preciso morte.

A cada luta que passo em minha casa, seja ela qual for, olho para o lado e vejo a fidelidade de Deus. Se olho para trás e analiso minha vida como um todo, vejo a mão fiel de Deus me conduzindo por um caminho bom. E essas lutas me fazem lembrar sempre, que sou eu que preciso, hoje, renovar meu compromisso pessoal com Ele, meus votos e minha aliança de fidelidade.

Jesus marcou a pele e derramou seu sangue em nosso favor...agora é nossa vez de derramarmos sangue e marcarmos nossa pele em amor a ELE.

Jesus com vergonha de ser chamado de Jesus


Estive pensando um pouco no número de pessoas na Espanha que se chamam Jesus, e o tanto que eles lá ignoram o fato da origem desse nome ser tão popular. Existem muitos Jesus, mas poucos conhecem Jesus..., dá pra entender?
Aí encontrei mais essa preciosidade no blog do Pablo Massolar, o Ovelha Magra, e gostaria de reproduzir este post aqui, já que traduz bastante dos meus pensamentos a respeito dos Jesus.
Não deixe de visitar o Ovelha Magra, ok?

Já faz algum tempo que o nome de Jesus já não é mais o mesmo. Pois é, aliás, infelizmente, desde Constantino que o nome "Jesus" vem perdendo significado e respeito. Antes de você me chamar de herege ou desrespeitoso, saiba que eu não falo do Nome que é sobre todo nome, o qual, um dia, toda língua confessará como Senhor, o Nome proclamado com poder e autoridade pelos apóstolos do Novo Testamento, diante do qual os poderes malignos tremem e se dissipam até hoje. Não falo do Nome anunciado como libertação por mudos e ouvido por surdos, não se trata do Nome Eterno do cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e que independe da conjunção correta das vogais e consoantes.
Que fique bem claro! Não estou falando do Nome que transcende o nome histórico ou cultural de "Jesus". O Nome do Verbo de Deus é irretocável, não há como ser mal interpretado, distorcido ou distanciado do Nome do Deus Conosco, Príncipe da Paz, Maravilhoso, Deus Forte e Conselheiro visto que este Nome faz efeito é no coração dos que crêem e não em suas cordas vocais.
Entretanto, é preciso entender que existe Jesus e "Jesuses"... o primeiro é Senhor de todas as coisas, até mesmo das nossas vontades, levou sobre si as nossas dores, enfermidades e pecados. O castigo que nos trás a Paz foi posto sobre Ele, apesar dele mesmo não ter cometido nenhum mal ou pecado... este orou por seus inimigos e os abençoou, ensinou o perdão e o amor incondicional. Se ofereceu como fiador e resgatador das nossas dívidas de sangue, mesmo sendo, nós, ainda pecadores e maus, sem merecimento algum. O Jesus, Senhor, ensinou a dar de graça o que recebemos de graça. E por graça, misericórdia e bondade Dele nos salvou quando expôs os principados e as potestades ao vexame de serem subjugados e vencidos por Ele, em Sua morte inocente na cruz.
Mas existem os "Jesuses" proclamados e "evangelizados" mundo afora que, não obstante seus nomes serem escritos e pronunciados com as mesmas letras que compõem o nome histórico de Jesus, nada tem a ver com o Nome de Jesus, Senhor dos senhores.
O Jesus que pede oferta para abençoar, curar, prosperar ou livrar do "devorador" não é o mesmo Jesus anunciado pelo nosso irmão e apóstolo Pedro, na entrada do templo, ao paralítico que, de um salto, se pôs em pé pelo poder do Nome do Senhor.
Há quem insista em fazer de Jesus um deus pedinte, mesquinho e barganhador, um deus nada misericordioso, que ama somente na medida em que é amado e servido por aqueles "da fé" ou da "visão", que despreza os que não sabem pronunciar seu nome corretamente ou não se desgastam em sacrifícios intermináveis de campanhas, atos proféticos e propósitos puramente humanos.
Sim! O Jesus Senhor, tem vergonha de ser confundido com o Jesus das multidões, das massas de manobra, do mercado do Jesus Gospel, da moda e das fábricas de "levitas" e "ungidos" que proclamam com os pulmões cheios de emoção o nome do Jesus Show e o Jesus Curandeiro ou Exorcista, que fazem o que fazem não para anunciar a chegada do Reino de Deus, mas para lucrar e construir o seu reino particular de mansões nada celestiais.
O próprio Senhor nos preveniu dos "Jesuses" que viriam em seu nome: "Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade." (Mateus 7.22-23)
O Jesus simples do Evangelho, não pode ser confundido com o Jesus que ensina a obtenção egoísta dos bens de consumo, da ostentação e acúmulo de tesouros onde a traça e a ferrugem destroem, dos templos de mármore e ouro construídos na areia das vaidades de alguns dos modernos "apóstolos", "missionários", "sacerdotes" e "pastores".
O Jesus, Palavra da Vida, não é dobrado pelos decretos do homem, não é convencido pelo muito falar, não é "profetizável" de acordo com a vontade do homem, mesmo que este seja um "homem de Deus", mas o Jesus Senhor é galardoador de todos os que o buscam com gratidão e consciência da boa notícia de que já está tudo pago e que é tudo de graça agora, para qualquer um.
Não é difícil diferenciar o Jesus, Pão da Vida, do Jesus que vive do pão, do dinheiro depositado no altar não com gratidão, mas como bolsa de valores. O Jesus da Verdade ensina que a vontade soberana é sempre de Deus e não dos caprichos humanos. O Jesus Vivo não é o Jesus da religião, do templo ou do proselitismo institucional, político e eleitoral, mas sim o Jesus que tem as chaves da morte e do inferno, que tem as Palavras de Vida Eterna.
Não digo estas coisas afim de ofender ninguém, pelo contrário! Minha oração é para que aqueles que falam em nome deste Jesus poste-ídolo, arrependam-se e creiam no Evangelho genuinamente enquanto há tempo, pois "Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.
E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme." (2 Pedro 2.1-3)
O Jesus, Verdadeiro Deus, não é o Jesus Mitra ou Maytreia, não é o Jesus restrito ao Cristianismo somente, não é o Jesus Acusador ou Exterminador dos infiéis. O Jesus, Consolador, é o caminho de volta para Deus sem preço, sem mistério, sem magia, sem véus, em qualquer tempo ou lugar, até mesmo onde não se conhece o nome Jesus, mas se confessa na vida o Nome sobre todo o nome do Jesus Senhor.
O Deus que tem o Nome sobre todo o nome te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!


Pablo Massolar